PCL

Código de barras Data Matrix para correspondência dos Correios

admin : agosto 2, 2017 5:20 pm : BarDIMM, Capella, Códigos de Barras, Impressão, Impressão Segura, PCL

Desde junho de 2016, os equipamentos de triagem automática de correspondências dos Correios estão preparados para ler e processar um novo padrão de código de “barras” impresso nos objetos, o Data Matrix. O código Data Matrix consiste em um código bidimensional, cujo símbolo pode ser impresso em formato quadrado ou e contém informações da encomenda que viabilizam a automatização de processos em diversas etapas da entrega. O código deve ser aplicado nas dimensões mínimas de 25 x 25 mm com 1 mm de margem de proteção.

A Utilização do Código Data agiliza a postagem e além do endereçamento correto, os Correios recomendam a utilização de rótulos padronizados que possuem os elementos gráficos e textuais necessários para o correto encaminhamento da sua encomenda. Tais símbolos ainda viabilizam a triagem dos objetos, o que contribui para a celeridade da sua entrega.

Padrões de endereçamento automatizado Para os clientes que geram etiquetas de forma automatizada, os Correios recomendam a utilização de um dos padrões relacionados abaixo:

data_matrix_correios

A GB Network & Print é lider em soluções de códigos de barras no Brasil a mais de 20 anos, e possui diversas opções para a geração e impressão do código de barras BarDIMM-codigo-de-barrasData Matrix, como por exemplo os módulos BarDIMM Pro, para impressoras Laser HP e compatíveis com PCL5.

Com a tecnologia BarDIMM Pro sua impressora poderá imprimir facilmente dezenas de tipos de códigos de barras (1d e 2D) dentre eles o DATA MATRIX, QR-CODE, Intercalado 2 de 5 (Boleots Febraban) e muitos outros.

Para saber mais sobre o Data Matrix ou a tecnologia BarDIMM entre em contato conosco:

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Montadora do ABC paulista usa formulários em Postscript para impressão de DANFES

admin : outubro 14, 2016 10:17 am : Captura de Dados, Impressão, Impressão Fiscal, NF-e, Nota Fiscal Eletrônica, PCL

Para proporcionar maior segurança na impressão de DANFES a partir do mainframe IBM, a Ford implantou o sistema de impressão baseado em aplicações PostScript armazenadas nas impressoras. É um sistema robusto, seguro e de alta disponibilidade.

76-03

Situação anterior
Necessidade de imprimir DANFES geradas pelo sistema de faturamento, utilizando as aplicações existentes e com um mínimo de alterações na programação, já que são aplicações baseadas no mainframe IBM da matriz nos EUA.

Solução
Armazenamento dos formulários, desenvolvidos em PostScript, diretamente nas impressoras. Arquivos de dados TXT contendo somente as informações da DANFE são enviados do mainframe diretamente para as impressoras, que processam as informações e imprimem as DANFES em diversos pontos remotos nas fábricas e centros de distribuição.


fluxo

Benefícios
Maior flexibilidade na geração dos arquivos de impressão, já que não é necessária nenhuma alteração nos programas que geram as DANFES. Tudo é processado pelos formulários armazenados nas impressoras. Maior segurança porque os formulários são protegidos e só funcionam em impressoras pré-definidas pela Ford.

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Código de barras CEPNet dos Correios. O que é e onde comprar?

admin : agosto 23, 2016 4:16 pm : Códigos de Barras, Fontes, PCL

O Código de Barras (CEPNET) é utilizado para a identificação do CEP (Código de Endereçamento Postal) e do seu complemento, para o processamento automático das correspondências.

barcode_postnet

Os CORREIOS adquiriram a tecnologia da geração de CEP em código de barras “POST-NET” do correio dos EUA. Depois de adaptá-la à realidade brasileira, ele passou a se chamar CEPNet.

O CEPNet é composto de 9 dígitos (ou 47 barras), enquanto que o Postnet tem 10 dígitos (ou 52 barras).

Abaixo podemos ver dois exemplos de utilização do CEPNet numa correspondência:

cepnet_postnet_codigo_barras_correio_1cepnet_postnet_codigo_barras_correio_2

Para que sua empresa possa emitir ou imprimir esse código de barras é nessário adquirir a fonte do mesmo.

A GB Network & Print possui a fonte do código de barras CEPNet (Postnet) nas versão Windows True Type ou PCL. Para comprar a versão True Type clique no botão abaixo.

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Para maiores informações sobre o fonte do código de barras CEPNet entre em contato conosco:

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Conversão de arquivos de mainframe DJDE, Metacode , LCDS e PDL/FDL para PCL, PostScript (PS) e PDF. Um guia rápido.

admin : março 11, 2016 3:37 pm : Conversão Linguagens, PCL, PDF, Solimar

spde-logoA GB Network & Print, empresa de consultoria com mais de 20 anos de mercado, representa e distribui a solução de conversão de linguagens de impressão SPDE da Solimar.

Esse é um guia rápido de como fazer conversões de arquivos de impressão de “plataforma alta” para linguagens de “plataforma baixa”. Tudo que se lê aqui referente a arquivos “Xerox” tem solução análoga para arquivos “IBM”, a saber AFP, AFPDS, IPDS entre outros.

OBS: DJDE e PDL/FDL são “apelidos” usuais no mercado para tratar o processo de impressão com linguagem Xerox LCDS/Metacode e podem ser atendidos pelo Solimar Print Director Enterprise (na verdade, são formas diferentes de falar da mesma coisa).

Primeiro Passo. Qual a situação?

  • Onde é feita a impressão DJDE? Quais equipamentos?
  • Qual o volume de impressão DJDE? Volume por dia, mês ano.
  • Há Picos? (é comum ter épocas do ano com maior volume de impressão, principalmente em órgãos do governo por conta de impostos; por exemplo: Janeiro há impressão de IPVA e IPTU e assim por diante)
  • Há Janelas de Impressão? Existe algum momento do dia ou do mês em que há necessidade de impressão de alto volume em curto espaço de tempo? Qual o volume e qual o tempo?
  • Quantas aplicações diferentes são?

solimarCom isso pode se ter uma ideia do tamanho do problema. Até umas 5 ou 10 aplicações diferentes, a princípio o problema pode ser resolvido com um software VDP (Variable Data Print – Impressão de Dados Variáveis) como por exemplo Planet Press ou FormPort. Deve-se redesenhar e redesenvolver cada uma das aplicações. Para quantidades de aplicações superiores, a solução mais indicada é usar um software de conversão on-the-fly, para o qual recomendamos o Solimar.

PREMISSA: para qualquer uma das situações (poucas ou muitas aplicações) a empresa deverá disponibilizar os arquivos de impressão em ambiente TCP/IP. Por exemplo, poderá gravar os arquivos de impressão em uma pasta de rede Windows. Em outras palavras, é necessário que a empresa responsável pela impressão possa transferir por seus próprios meios os arquivos de impressão da Plataforma Alta (Mainframe) para a Plataforma Baixa (Rede Windows).

Se forem poucas aplicações (o menos provável), para que alguém possa realizar um orçamento e/ou prova de conceito, é necessário que a empresa disponibilize uma MASSA DE DADOS e as RESPECTIVAS IMPRESSÕES, ou seja, amostra de impressão dessas massas de dados no equipamento de impressão atual.

Se forem várias aplicações (o mais provável), daí entramos no segundo passo. A partir daqui vamos considerar o uso do Software SPDE Solimar Print Director Enterprise.

Segundo Passo. Preparação para demonstração.

Antes da demonstração, o ideal é fazer uma prova de conceito. A GB oferece essa opção sem nenhum custo.  A prova de conceito consiste em escolher uma aplicação do cliente e converter para PDF, para mostrar que é possível fazer a conversão com SPDE. Além de mostrar a viabilidade, a prova de conceito tem o intuito de facilitar a configuração do SPDE (software da empresa Solimar Systems) de maneira remota, isto é, sem estar tomar diversos dias de visitas e reuniões técnicas. Também é possível verificar previamente se a empresa dispõe de todos os RECURSOS XEROX para impressão, premissa para o projeto.

Para a prova de conceito é necessário que a GB receba por email uma massa de dados de uma aplicação e todos os recursos Xerox relativos a essa aplicação. Recursos Xerox são logotipos, fontes, formulários, assinaturas, imagens, etc. em linguagem Xerox que estão residentes na impressora. Podemos trabalhar tanto com o recurso original (chamado de FONTE) que não está compilado, ou com o recurso compilado, que está dentro da impressora, também chamado de OBJETO.

Se a empresa não tiver os Recursos, será necessário um BACKUP DA IMPRESSORA, que geralmente vem numa mídia pouco usual. Pode ser um disquete de 5¼, um Tape ou Fita IBM.

Com os Recursos em mãos e a massa de dados, em poucas horas é possível gerar um PDF como prova de conceito (desde que não falte nenhum recurso).

Com o PDF ok, é possível partir para o Terceiro Passo.

Obs.: Pode-se partir diretamente do PRIMEIRO PASSO para o TERCEIRO PASSO. Mas não é recomendável. Sempre que puder passar pelo Segundo Passo, perde-se menos tempo e dinheiro, pois é possível fazer tudo da maneira correta. O terceiro passo sem o segundo às vezes leva MESES para funcionar corretamente.

Terceiro Passo. Demonstração.

Há necessidade de haver um servidor previamente instalado com Windows. Na ocasião pode se passar as configurações mínimas de Hardware e sistema.

Faz-se então a instalação do SPDE e configuração, seguindo o padrão utilizado na Prova de Conceito.

Em geral esse processo é rápido e o sistema estará operacional ao final de um dia.

Pode ser que haja problemas com algumas aplicações e nesse caso será necessário um ajuste fino. Dependendo de quantas aplicações tiverem problemas, isso pode levar alguns dias. Numa demonstração não há a expectativa de deixar 100% dos jobs operacionais. O ideal é combinar uma fração deles; o importante é verificar que a solução realmente funciona.

A conversão de DJDE para PCL ou PS é muito rápida (na maioria dos casos ocorrer a uma velocidade superior a 10.000 ppm – páginas por minuto) de modo que não haverá impacto para o processo.

conversão-lingaugens-impressão-spde
Tabela de conversão de linguagens do SPDE

Para saber mais sobre esse tipo de solução, entre em contato conosco:

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Migração de Etiquetas de Gôndola impressas em térmica para impressão a laser: o que você precisa saber!

admin : março 7, 2016 3:47 pm : Casos de Sucesso, Conversão Linguagens, PCL

A GB Network & Print está no mercado a mai de 20 anos, vendendo soluções para reduzir os custos e otimizar os processos de impressão. Um exemplo perfeito disso é a solução para conversão de processo de impressão de etiquetas de gôndola, geralmente feitas em impressoras térmicas, para impressoras laser.

Etiqueta 3.fw
etiqueta impressa na térmica e

fontesp_etiquetas_big

depois convertidas para serem impressas numa laser

Prós:

  • Impressora laser é muito mais veloz do que térmica. Para ilustrar, o Grupo Pão de Açúcar, quando havia troca de lista de preços, executava toda a impressão entre 2,5 e 3 horas em térmicas. Na laser o processo passou a ser de 15 a 20 minutos.
  • O custo de impressão em laser é bastante inferior à térmica, principalmente ao se considerar custos de consumíveis e de manutenção. (o custo de papel/mídia de etiquetas entre um processo e outro devem ser equivalentes)
  • Não há necessidade de ter impressora exclusiva para etiquetas (como na térmica). A impressora pode ser compartilhada com outras áreas.
  • Qualquer impressora laser, em teoria, poderia ser usada como backup/contingência. Sem necessidade de ter impressoras de backup exclusivas.
  • Muito mais fácil conseguir manutenção de laser fora de grandes centros, do que de térmicas.
  • Dependendo do volume mensal de impressão, o retorno do investimento se faz em poucos meses.

Contras:

  • Não é possível imprimir etiquetas unitárias na laser. Imprime-se sempre uma página inteira. Então há necessidade de gestão do processo de impressão para minimizar o desperdício de mídia.
  • O processo de compra de etiquetas precisa de atenção, pois as especificações das etiquetas para laser exigem um adesivo (cola) específico para que a as etiquetas não se soltem dentro da laser, danificando a impressora.
  • Na Laser não é possível imprimir etiquetas BOPP (plásticas) caso essas sejam necessárias para alguma atividade específica.

Em relação à parte sistêmica, seguem os dois caminhos para implantar a solução: Software VDP e Programação PCL.

1) Software de VDP (Variable Data Print). O SW de VDP pode processar o spool de impressão gerado para a Térmica e fazer alterações para que seja devidamente impresso em Laser. Regras devem ser inseridas dentro do SW que passa a fazer todo o controle do processo. Há mínima interação no ambiente do cliente, uma vez que toda a gestão será feita pelo SW. É uma solução muito mais cara que programação PCL pois exige: Licença de Software + Manutenção, Servidor com seu sistema operacional e sistemas agregados, Serviços para instalação, setup do SW e configuração e desenho dos layouts das etiquetas.

Esse tipo de solução não costuma ser utilizado em missões críticas e funções estratégicas das empresas. Clientes em geral evitam deixar a “inteligência” da impressão em SW de terceiros que não seu ERP. Por isso os SW de VDP em geral são mais utilizados para impressões de marketing.

2) Programação PCL. A solução através de programação PCL é implantada a “4 mãos”. A GB faz o desenho dos layouts das etiquetas em PCL 5 (Linguagem de Impressão Laser) e gera documentação técnica de implantação do sistema. Essa documentação contém comandos PCL que devem ser inseridos no sistema legado do cliente. Por sua vez o cliente deve alterar seu sistema legado, incluindo os comandos PCL. A premissa é de que o cliente não precisa conhecer PCL e a GB não precisa conhecer o sistema do cliente. Cada lado é responsável por sua parte do projeto. Um ponto importante a destacar é que a inteligência de todo o processo estará no ERP/Sistema Legado, inclusive a consolidação de várias etiquetas em uma única página. Essa solução em geral tem custos bem inferiores ao SW VDP.

Para saber mais sobre esse tipo de solução, entre em contato conosco:

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Como converter arquivos de impressão PCL para documentos PDF

admin : setembro 30, 2015 2:27 pm : Conversão Linguagens, ESCAPEE, PCL, PDF, REDTITAN

O EscapeE é a solução líder de mercado na visualização e conversão da linguagem PCL. É uma ferramenta versátil, simples e leve que visualiza e converte PCL e outras linguagens de impressão para vários formatos de arquivo impressos e eletrônicos.As características originais e recursos avançados do EscapeE melhoram a produtividade e reduzem custos.

Distrbuido com exclusividade no Brasil pela GB Network & Print, várias empresas no mercado Brasileiro utilizam essa ferramenta para converter arquivos de impressão PCL 5 ou 6 para PDF.

redtitan-conversao-pcl-para-pdf

Com essa solução é possível:

  • Visualizar arquivos PCL / HPGL / PCL3GUI, AFP, PDF, Postscript, TIFF / FAX, JPEG, PNG e texto.
  • Converter para PDF, BMP, TIFF, PostScript níveis 2 e 3, XPS, IDF, PNG, JPEG, PCL, HTML, XML, texto ou ou IMG e AFP, para impressão em equipamentos de produção Xerox e IBM.
  • Visualizar e converter PDF.
  • Divisão ou fusão de documentos.escapee_pct_para_pdf
  • Adicionar códigos de barras dinâmicas para arquivos PCL.
  • Adicionar marca d’água.
  • Extrair XML
  • Extrair dados para XML
  • Reorganizar caracteres de fonte bitmap
  • Recuperar texto e arquivos XML a partir de documentos PCL.
  • Automatizar as operações em modo lote.
  • Analisar fluxos de dados PCL.

Conheça um dos casos de sucesso, aonde uma grande empresa de Telecom utilizou a solução EscapeE para converter impressões PCL, de 2a via da Nota Fiscal (da conta de celular), oriundos do Mainframe para PDF.

Veja abaixo alguns casos de sucesso de empresas que utilizam essa solução no Brasil:

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officer_logo            1024px-Nexans.svg

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Conversão de linguagem de impressão Kyocera Prescribe para PCL ou PS

admin : março 9, 2015 5:45 pm : Conversão Linguagens, LRS, PCL

A linguagem de impressão Prescribe, criada e utilizada pela Kyocera em suas impressoras laser, é similar a outras liguangens do mercado como o PCL ou o PostScript com a desvantagem de ser utilizada somente nas impressoras desse fabricante.

Até algum tempo atrás, empresas que tivessem aplicações customizadas para o Prescribe estavam “amarrados” necessariamente a Kyocera. Hoje, porém, isso não é mais problema.

A solução LRS® Document Transforms permite arquivos de impressão em Prescribe sejam convertidos para outras linguagem de impressão padrão de mercado, como o PCL ou o PS, fazendo com que as empresas economizem com os altos investimentos feitos em sistemas antigos e trabalhem em conjunto com as novas tecnologias das impressoras e multifuncionais atuais, tornando mais flexível o ambiente de TI e com isso minimizando os custos.lrs_conversao_prescribe

Muitos sistemas legados foram projetados para trabalhar com documentos no formato de impressão XEROX, IBM, Prescribe o outros formatos proprietários. Usando o LRS® Document Transforms o seu sistema poderá gerar PDF e enviar por e-mail ou armazenar e também gerar arquivos em PCL ou PostScript para imprimir em equipamentos de baixo custo, impressoras e multifuncionais de escritório.

O LRS® Document Transforms pode converter dados de entrada e saída dos seguintes tipos:

  • AFP
  • PCL
  • PS
  • PDF
  • SAPGOF
  • LCDS
  • Image
  • TIFF
  • Prescribe
  • MMD
  • XES
  • XPS

Para maiores informações, entre em contato com a GB, Distribuidor LRS no Brasil:

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A impressão e emissão de DANFEs (nota fiscal eletrônica) é um problema na sua empresa?

admin : outubro 30, 2014 10:07 pm : Nota Fiscal Eletrônica, PCL, SAP

Faça o teste. Responda as questões abaixo. Se você responder SIM a pelo menos uma das perguntas, este artigo é para você.

  • A impressão de DANFE na sua empresa é muito lenta?
  • Você tem problemas de gargalo no faturamento por conta da velocidade de impressão?
  • Caminhões ficam parados nas docas de seu armazém porque o DANFE ainda não foi impresso?
  • Sua empresa precisou reduzir a qualidade do logotipo que aparece na DANFE para aprimorar a impressão, deixando-o reticulado?
  • A área de faturamento fez um upgrade de impressoras para equipamentos mais velozes e com mais memória, mas ainda assim a impressão de DANFE é lenta?
  • Equipamentos com velocidade nominal de impressão de mais de 50 páginas por minuto imprimem DANFEs à razão de 15 páginas por minuto ou menos?
  • Sua empresa investiu milhares de reais no SAP ou outro ERP de grande porte, e tudo funciona bem, mas na hora de imprimir um DANFE o sistema parece uma carroça?

Esses problemas são mais comuns do que se imagina!

Vamos entender a origem do problema?

danfe_gbAntes da Nota Fiscal Eletrônica não havia DANFE. A área de faturamento fazia a impressão de Nota Fiscal, em várias via, em uma impressora matricial. Apesar de haver uma manipulação excessiva de papel, por conta da remalina, separação de vias, etc., a impressão parecia ser mais rápida. O que aconteceu?

O DANFE contém diversos itens gráficos, como o logotipo da empresa, as tabelas, bordas e às vezes sombras, eventualmente marcas d’água e o código de barras. Na antiga impressão de Nota Fiscal na matricial, todos esses elementos estavam pré-impressos. A impressora precisava receber apenas caracteres de texto, com isso não havia sobrecarga de rede e a impressora trabalhava sem esforço.

No caso do DANFE isso não ocorre. As folhas são brancas. A impressora precisa processar todos os elementos citados, e se isso não for preparado de uma maneira otimizada, a impressão sofrerá com perda de desempenho e velocidade.

Mas existe solução? Claro!

A GB Network & Print tem dezenas de casos de sucesso no mercado onde resolveu severos problemas de impressão de DANFE.

Os clientes a seguir são algumas das companhias que usam formulários PCL desenvolvidos pela GB para impressão de DANFE:    

  • Nestlé;
  • Caterpillar;
  • Pandurata (Bauducco, Visconti, Hershey’s);
  • B2W (Submarino, Americanas.com. Shoptime).

E como funciona essa tecnologia?

Na verdade é relativamente simples. A GB, especialista em programação PCL, desenvolve arquivos digitais que ficarão residentes (salvos) dentro das impressoras. Na rede corporativa vão circular apenas arquivos texto, muito parecido com o que ocorria com as impressoras matriciais. E a área de TI deverá incorporar alguns comandos PCL no arquivo de impressão, sob a orientação da GB.PCL_diagram_big

Se interessou e quer saber mais?

Marque uma visita ou faça um contato telefônico com os especialistas! A GB vai ajudar vocês!

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Como aumentar a velocidade da impressão do DANFE e emissão da Nota Fiscal Eletrônica?

admin : outubro 2, 2014 5:25 pm : Casos de Sucesso, Impressão Fiscal, NF-e, PCL

Passados alguns anos da obrigatoriedade da emissão de Notas Fiscais por meio eletrônico (NF-e) , muitas  empresas ainda tem problemas com o processo de emissão do DANFE,principalmente com a lentidão na sua impressão.

Isso ocorre porque a grande maioria dos sistemas de emissão de Nota Fiscal Eletrônica e Sistemas de Gestão/ERPs não foram otimizados na hora de imprimir. O resultado são impressoras que deveriam imprimir 50 ou 60 páginas de Danfe por minuto imprimindo no máximo 5 páginas por minuto ou menos que isso.

Por que isso acontece?danfe_editora_sample_thumb

O formulário de DANFE é um documento composto de diversos itens gráficos:

  • Tabelas com bordas e sombras;
  • Logotipos e imagens;
  • Código de Barras;

O arquivo de impressão gerado pelo sistema de ERP ou sistema de impressão de NF-e (Nota Fiscal Eletrônica) geralmente é gráfico, fazendo com que seu tamanho seja muito maior que preciso e, causando assim, a lentidão na hora de imprimir.

Para solucionar esses problemas a GB Network & Print oferece a solução, convertendo o DANFE para a linguagem PCL.

PCL_diagram_big

Alguns benefícios dessa solução:

  • Desempenho: A impressão das Notas Fiscais (DANFE) será feita na velocidade máxima da impressora;
  • Segurança: Todos os itens gráficos estarão armazenados na impressora laser ao invés de serem enviados a cada página pelo sistema ERP;
  • Redução no tráfego de rede: os arquivos de impressão de NF-e serão basicamente texto e  terão tamanhos muito menores, em geral inferiores a 5KB por página,;
  • Gestão: A administração dos formulários pode ser feita de maneira remota;
  • Maximização dos recursos: As impressoras laser podem armazenar arquivos PCL de diferentes layouts e não apenas de DANFE (exemplo: Boleto Bancário), podendo conter centenas ou milhares de formulários, logotipos e códigos de barras diferentes;

As empresas abaixo são exemplos de casos de sucesso da GB, aonde o problema de lentidão da impressão da Nota Fiscal Eletrônica foi solucionado com a nossa solução de DANFE em PCL. Clique no logo das empresas para ver maiores detalhes sobre o caso de sucesso:

C10000554    ASTAR-Nestle-To-Boost-Food-Nutrition-RD-In-SingaporeLogo_AMBEV_final      bauducco

Clique aqui e conheça mais sobre o sistema ideal para sua empresa ou entre em contato com a GB:

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Download da Fonte de Código de Barras EAN 13 / GS1-13 / UPC 13 no formato Windows True Type

admin : março 28, 2014 2:49 pm : Códigos de Barras, Fontes, Impressão, PCL

O Código GS1-13, também conhecido como EAN-13, GTIN ou UPC 13, é o padrão de código de barras utilizado em dezenas de países em todo o mundo, com o objetivo de identificar produtos comercializados no varejo (veja imagem abaixo).

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O padrão EAN-13 é utilizado na maioria dos produtos, já o código EAN-8, é utilizado em embalagens menores, como por exemplo: "Balinhas TIC-TAC", pelo fato dessas embalagens não suportarem um código maior com 13 dígitos. Desta forma utilizam o código EAN-8, que possui apenas 8 dígitos.

A estrutura deste símbolo, utilizado para codificação de produtos de bens de consumo, segue a seguinte ordem:

  • os dois ou três primeiros dígitos representam o país de origem. No caso do Brasil é 789;
  • os quatro ou cinco dígitos seguintes identificam a empresa;
  • mais quatro ou cinco dígitos para numerar diferentemente cada produto, considerando suas variações, essa especificação cabe à empresa;
  • o último é o dígito verificador.

Se você precisa imprimir esse tipo de código de barras ou utilizar uma fonte no padrão Windows TTF baixe a versão DEMO da nossa fonte clicando no botão abaixo:

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Atenção: a versão demo da fonte não possui todos os caracteres, pois é apenas para testar o funcionamento do código de barras. Para adquirir a versão completa (FULL) desta fonte entre em contato com:

 

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