NF-e / CT-e

Montadora do ABC paulista usa formulários em Postscript para impressão de DANFES

admin : outubro 14, 2016 10:17 am : Captura de Dados, Impressão, Impressão Fiscal, NF-e, Nota Fiscal Eletrônica, PCL

Para proporcionar maior segurança na impressão de DANFES a partir do mainframe IBM, a Ford implantou o sistema de impressão baseado em aplicações PostScript armazenadas nas impressoras. É um sistema robusto, seguro e de alta disponibilidade.

76-03

Situação anterior
Necessidade de imprimir DANFES geradas pelo sistema de faturamento, utilizando as aplicações existentes e com um mínimo de alterações na programação, já que são aplicações baseadas no mainframe IBM da matriz nos EUA.

Solução
Armazenamento dos formulários, desenvolvidos em PostScript, diretamente nas impressoras. Arquivos de dados TXT contendo somente as informações da DANFE são enviados do mainframe diretamente para as impressoras, que processam as informações e imprimem as DANFES em diversos pontos remotos nas fábricas e centros de distribuição.


fluxo

Benefícios
Maior flexibilidade na geração dos arquivos de impressão, já que não é necessária nenhuma alteração nos programas que geram as DANFES. Tudo é processado pelos formulários armazenados nas impressoras. Maior segurança porque os formulários são protegidos e só funcionam em impressoras pré-definidas pela Ford.

Para maiores informações, entre em contato conosco:

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Nota fiscal eletrônica atualizada pela Secretaria de Fazenda no começo de abril

admin : abril 6, 2015 10:31 pm : Códigos de Barras, NF-e, Nota Fiscal Eletrônica, Notícias

A nova versão (3.10) exige o preenchimento de informações mais detalhadas, o que aumenta a segurança e diminui a possibilidade de ocorrência de fraudes fiscais nas operações

nfe-31Empresas que atuam no segmento de comércio e serviços de vários estados do Brasil precisam ficar atentas. Desde o dia 1º de abril, a Secretaria de Fazenda substituiu a versão 2.0 da Nota Fiscal Eletrônica de Serviços (NF-e ISS) pela 3.10, que passa a ser obrigatória para todas as transações.

A atualização tem o objetivo de aumentar a fiscalização e o controle sobre as operações de compra e venda de mercadorias e serviços das empresas que operam diversas cidades e capitais do Brasil. A nova versão (3.10) exige o preenchimento de informações mais detalhadas, o que aumenta a segurança e diminui a possibilidade de ocorrência de fraudes fiscais nas operações.

Empresas que não atualizarem o sistema terão as notas recusadas pela Receita, o que poderá gerar complicações diversas aos empreendimentos e prestadores de serviços.

O instalador do emissor gratuito da NF-e 3.10 está disponível para download no site da Secretaria de Fazenda.

Dúvidas e outras informações de contribuintes poderão ser esclarecidas/ obtidas pelo Atendimento Virtual ou pela Central Telefônica 156, opção 03.

Fonte: Secretaria de Fazenda

Sua empresa tem problemas com a emissão da Nota Fiscal Eletrônica, recepção de NFe, código de barras da nota ou precisa implementar uma solução de impressão de DANFE? Entre contato com a GB:

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Como aumentar a velocidade da impressão do DANFE e emissão da Nota Fiscal Eletrônica?

admin : outubro 2, 2014 5:25 pm : Casos de Sucesso, Impressão Fiscal, NF-e, PCL

Passados alguns anos da obrigatoriedade da emissão de Notas Fiscais por meio eletrônico (NF-e) , muitas  empresas ainda tem problemas com o processo de emissão do DANFE,principalmente com a lentidão na sua impressão.

Isso ocorre porque a grande maioria dos sistemas de emissão de Nota Fiscal Eletrônica e Sistemas de Gestão/ERPs não foram otimizados na hora de imprimir. O resultado são impressoras que deveriam imprimir 50 ou 60 páginas de Danfe por minuto imprimindo no máximo 5 páginas por minuto ou menos que isso.

Por que isso acontece?danfe_editora_sample_thumb

O formulário de DANFE é um documento composto de diversos itens gráficos:

  • Tabelas com bordas e sombras;
  • Logotipos e imagens;
  • Código de Barras;

O arquivo de impressão gerado pelo sistema de ERP ou sistema de impressão de NF-e (Nota Fiscal Eletrônica) geralmente é gráfico, fazendo com que seu tamanho seja muito maior que preciso e, causando assim, a lentidão na hora de imprimir.

Para solucionar esses problemas a GB Network & Print oferece a solução, convertendo o DANFE para a linguagem PCL.

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Alguns benefícios dessa solução:

  • Desempenho: A impressão das Notas Fiscais (DANFE) será feita na velocidade máxima da impressora;
  • Segurança: Todos os itens gráficos estarão armazenados na impressora laser ao invés de serem enviados a cada página pelo sistema ERP;
  • Redução no tráfego de rede: os arquivos de impressão de NF-e serão basicamente texto e  terão tamanhos muito menores, em geral inferiores a 5KB por página,;
  • Gestão: A administração dos formulários pode ser feita de maneira remota;
  • Maximização dos recursos: As impressoras laser podem armazenar arquivos PCL de diferentes layouts e não apenas de DANFE (exemplo: Boleto Bancário), podendo conter centenas ou milhares de formulários, logotipos e códigos de barras diferentes;

As empresas abaixo são exemplos de casos de sucesso da GB, aonde o problema de lentidão da impressão da Nota Fiscal Eletrônica foi solucionado com a nossa solução de DANFE em PCL. Clique no logo das empresas para ver maiores detalhes sobre o caso de sucesso:

C10000554    ASTAR-Nestle-To-Boost-Food-Nutrition-RD-In-SingaporeLogo_AMBEV_final      bauducco

Clique aqui e conheça mais sobre o sistema ideal para sua empresa ou entre em contato com a GB:

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O que é DANFE?

admin : setembro 25, 2013 10:10 am : Códigos de Barras, Ct-e, Impressão Fiscal, NF-e

DANFE é o acrônimo para Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica, que é uma representação gráfica da NF-e (Nota Fiscal Eletrônica).

Este documento não é um substituto da nota fiscal, mas serve para facilitar a consulta da NF-e através da chave de acesso (chave numérica com 44 posições) que pode ser usada no site da SEFAZ ou Ambiente Nacional (RFB). Desta forma, é possível confirmar a existência da NF-e.

danfe_editora_sample_thumb

O DANFE deve ser impresso antes da circulação de uma mercadoria, acompanhando o seu trânsito e providenciando informações sobre o emitente, destinatário, valores, etc. Quando o destinatário não é um contribuinte credenciado na emissão da NF-e, o DANFE auxilia na escrituração das operações documentadas por NF-e. Outro dos objetivos do DANFE é obter a assinatura do destinatário para comprovar a entrega das mercadorias ou prestação de serviços.

Além da chave de acesso, o DANFE apresenta um código de barras bi-dimensional de forma a facilitar a verificação das informações contidas na NF-e por parte das unidades fiscais. O DANFE deve ser feito de acordo com o leiaute que está contemplado no Manual de Integração – Contribuinte.

O DANFE deve conter informações como a data, horário de saída, placa de veículo e transportadora. Quando a empresa não possui este tipo de informação, ela não constará no NF-e e consequentemente no DANFE, e se considera que a mercadoria saiu da instituição comercial emitente no dia em que a NF-e foi emitida.

Relativamente à impressão, o DANFE deve ser apresentado em papel (não podendo ser em papel jornal), com o tamanho mínimo A4 (210 x 297 mm) e máximo (230 x 330 mm). Quando a tramsação comercial é feita fora do estabelecimento, o DANFE tem tamanho inferior ao A4, e neste caso, tem o nome de "DANFE simplificado".

Não podem haver diferenças entre o DANFE e a NF-e. Para impedir que isso aconteça, é aconselhável que o DANFE seja impresso pelo mesmo sistema que gera o NF-e.

Para saber mais informações sobre essa solução, entre em contato com a GB, líder no mercado brasileiro em soluções de impressão desde 1995:

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GB soluciona problema de lentidão de impressão de Nota Fiscal Eletrônica (DANFE) grande Editora/Gráfica Nacional.

admin : abril 17, 2013 9:17 pm : Casos de Sucesso, Códigos de Barras, Ct-e, Impressão Fiscal, NF-e, Papel de Segurança, PCL

Caso de Sucesso – impressão de DANFE em grande Editora/Gráfica Nacional.

Veja no caso de sucesso abaixo, como a GB solucionou o grave problema de lentidão nas impressões dos DANFEs (Nota Fiscal Eletrônica).

Cliente: Grande Editora/Gráfica Nacional

Problema: No início de 2010, a empresa logística do grupo procurou a GB para resolver um problema pontual na lentidão de impressão de DANFE.

Solução: Após várias reuniões em conjunto discutindo qual seria a melhor solução concluiu-se que a solução de DANFE PCL seria a mais indicada. Testes conceituais foram feitos e proposta foi aprovada. Todo processo foi implantado com êxito em poucas semanas. Veja exemplo de parte do formulário DANFE abaixo:

danfe_editora_sample_thumb
 Clique aqui para maiores detalhes sobre a solução DANFE em PCL

Repercussão: No final de 2010 essa editora decidiu adotar a solução de DANFE PCL para outras empresas do grupo.

Resultado: Está em uso até hoje, tanto na Editora como nas demais empresas do grupo.

Para saber mais informações sobre essa solução, entre em contato com a GB, líder no mercado brasileiro em soluções de impressão desde 1995:

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GB soluciona problema de lentidão de impressão de Danfe da Nestlé

admin : novembro 6, 2012 5:57 pm : Casos de Sucesso, Códigos de Barras, Gerenciamento, Impressão Fiscal, NF-e, PCL

Caso de Sucesso – impressão de Danfe na Nestlé

 

Veja no caso de sucesso abaixo, como a GB solucionou o grave problema de lentidão nas impressões dos Danfes (Nota Fiscal Eletrônica) da Nestlé no Brasil, geradas através do SAP.

Cliente: Nestlé do  Brasil

Histórico: Em 2005 a Nestlé iniciou o Go Live do projeto Globe no Brasil que era o início da operação do sistema SAP localmente.
O faturamento foi preparado para rodar nos testes de laboratório, mas nos testes de produção a Nestlé encontrou 2 sérios problemas:

1 – elevado tráfego de rede
2 – lentidão na impressão dos documentos

À época a Nestlé contratou os serviços da GB Network & Print para o desenvolvimento de máscaras PCL para os formulários de Nota Fiscal Laser e Boletos. Os problemas citados foram resolvidos e o SAP pôde entrar em produção.

Novo problema:Quando da implantação da Nota Fiscal Eletrônica a Nestlé, já alicerçada pelo histórico acima, decidiu evitar qualquer problema prévio e já contratou o desenvolvimento de DANFE PCL da GB.

Solução: A GB Network & Print desenvolveu as máscaras PCL para DANFE e DANFE Contingência com marca d’água.

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Exemplo de uma parte da Danfe desenvolvida em PCL

Resultado: Não houve impacto na emissão de DANFE quando entrou em produção. Está em uso até hoje, tanto na Nestlé como nas demais empresas do grupo: Waters, Chocolates Garoto, CPW, DPA.

Para saber mais informações sobre essa solução, entre em contato com a GB, líder no mercado brasileiro em soluções de impressão desde 1995:

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Problemas e Lentidão na impressão da NFe Nota Fiscal Eletrônica (Danfe)

admin : abril 24, 2012 10:19 pm : Ct-e, Impressão Fiscal, NF-e, PCL

A obrigatoriedade da emissão de Notas Fiscais por meio eletrônico (NF-e) trouxe muitos benfícios para as empresas e muitos novos negócios para o mercado Brasileiro. Porém também trouxe muitos problemas inesperados após a sua implementação.

Passados alguns anos, ainda é muito comum vermos empresas reclamando do processo de emissão da DANFE (Documento Auxiliar de Nota Fiscal Eletrônica), que é o nome dado para o documento resultante da impressão da NF-e.

Um dos problemas mais comuns diz respeito a impressão da Nota Fiscal Eletrônica e, na maioria dos casos, uma grande lentidão na hora de imprimir, o que causa diversos transtornos.

Isso ocorreu porque a grande maioria das empresas teve de implementar as pressas o projeto de NF-e e não se atentou ao quesito impressão. Em outras palavras, o sistema de Nota Fiscal Eletrônica funciona bem no que diz respeito a transmissão e troca de arquivos com os servidores do governo, mas na hora de imprimir é uma calamidade. Impressoras que deveriam imprimir 50 ou 60 páginas de Danfe por minuto imprimindo no máximo 5 páginas por minuto ou as vezes até muito menos que isso.

Esse problema se torna ainda mais complexo em empresas que tenham:

  • médios e altos volumes de impressão de DANFE;
  • janelas de impressão muito curtas, ou seja, precisam imprimir um número grande de Danfes num curto espaço de tempo;
  • empresas que tenham diversos pontos de impressão decentralizados;
  • empresas com muitas filiais.

Por que isso acontece?danfe_gb

O formulário de DANFE é um documento composto de diversos itens gráficos:

– Tabelas com bordas e sombras

– Logotipos

– Código de Barras

 

O arquivo de impressão gerado pelo sistema de ERP ou sistema de impressão de NF-e (Nota Fiscal Eletrônica) geralmente é gráfico, fazendo com que seu tamanho seja muito maior que um arquivo texto, sendo dezenas de vezes maior do que deveria e causando assim a lentidão na hora de imprimir.

Para solucionar esses problemas a GB Network & Print oferece a solução, convertendo o DANFE para a linguagem PCL.

As empresas abaixo são exemplos de casos de sucesso da GB que imprimem o DANFE utilizando a solução PCL:

image

Alguns benefícios dessa solução:

– Todos os itens gráficos estarão armazenados na impressora laser ao invés de serem enviados a cada página pelo sistema ERP.

– As impressoras podem armazenar arquivos PCL de diferentes layouts e não apenas de DANFE (exemplo: Boleto Bancário).

– os arquivos de impressão de NF-e serão basicamente texto e  terão tamanhos muito menores, em geral inferiores a 5KB por página;

– A administração dos formulários pode ser feita de maneira remota;

– As impressoras necessitam apenas ter memória Flash ou hard disk (memória RAM também pode ser utilizada, mas não é recomendado) e podem armazenar centenas ou milhares de formulários, logotipos e códigos de barras.

Clique aqui e conheça mais sobre o sistema ideal para sua empresa ou entre em contato com a GB:

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Código de barras GS1-128 – fonte para Windows e impressoras laser

admin : abril 18, 2012 7:09 pm : BarDIMM, Códigos de Barras, Ct-e, NF-e, PCL

O GS1-128 anteriormente intitulado de UCC/EAN-128 é um tipo de código de barras linear alfanumérico (Código de Barras GS1-128 (AI’s GS1), 2008) que representa Identificadores de Aplicação e permite a inserção de uma maior quantidade de informação e dados adicionais assim como números de série, datas de validade, ou medidas e também de algo muito importante como o número de lote de produção. É um tipo de simbologia de identificação de produtos com maior necessidade de serem rastreados e que é especialmente de utilização logística e para produtos hospitalares.

ESTRUTURA250px-SSCCsampleEAN128

O código GS1-128 não vale tanto por ser um código de barras, visto ser um derivado da codificação em barras do código 128, mas sim pela simbologia e estrutura utilizada. A estrutura deste é por ordem de aparecimento a seguinte:

  • caractére de início segundo estrutura do código 128 (START-A, START-B ou START-C);
  • caractére FNC1 do código 128;
  • identificador de aplicação;
  • dados codificados;
  • dígito verificador ou em inglês check digit;
  • caractére que identifica o final do código.

 

Identificadores de Aplicação

Identificadores de Aplicação (IA) ou em inglês Application Identifiers (AI) são prefixos numéricos usados no GS1-128, que se encontram entre parêntesis e a seguir a cada um encontra-se a informação alfanumérica relativa ao IA em causa, para assinalar e identificar o tipo de informação e o formato em que se encontra (EAN/UCC Application Identifier, 2006). A melhor maneira de definir o que realmente são os Identificadores de Aplicação é através da citação de PAIXÃO (2006, p.32), que diz que estes são "pequenos segmentos de informação normalizada e aceites globalmente, que se vão intercalar com os dados propriamente ditos". A maior parte da informação necessária para uma eficiente rastreabilidade dos produtos encontra-se com um número de Identificador de Aplicação atribuído. A informação possível de encontrar é informação relativa a medidas, proporções, quantidades, prazos e datas (validade, recepção, expedição), unidade logística (SSCC), GTINs (Global Trade Item Numbers), entre outras coisas. Cada fabricante deve proceder ao uso dos Identificadores de Aplicação que achar mais convenientes para uma melhor rastreabilidade dos produtos na cadeia logística.

SSCC

O SSCC é o código de série de unidade logística ou em inglês Serial Shipping Container Code e é um dos mais importantes identificadores de aplicação usados na rastreabilidade de produtos que contém 18 dígitos e tem o prefixo (00). Destina-se principalmente à movimentação e transporte de materiais e mercadorias (sejam elas mono ou multiprodutos). Todas as unidades logísticas têm de possuir este identificador de aplicação. Este AI assegura um número exclusivo para cada uma unidade logística sendo através deste que se pode verificar de que unidade o produto veio.

GTIN

GTIN é o acrónimo para Global Trade Item Number e é o código principal identificador de qualquer produto que pode conter entre 8 a 14 dígitos e tem como prefixo (01). É o código usado desde o fabricante até ao ponto de venda a retalho e serve apenas para identificar as características mais básicas de um produto tais como país onde foi produzido, empresa que o produziu e qual o produto em si (GTIN – Global Trade Item Number, 2007). Pode-se dizer que é o número do vulgar código de barras de quando vamos a uma loja fazer compras.

Para comprar sua fonte de código de barras GS1-128, nos formatos Windows True Type (TTF), PCL (impressoras laser) ou Postscript (PS) entre em contato:

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Obrigatoriedade CT-e

admin : janeiro 11, 2012 1:34 pm : Ct-e, Impressão Fiscal, Impressão Segura, NF-e

Finalmente em Dezembro/2011 saiu o cronograma de obrigatoriedade para o Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) conforme AJUSTE SINIEF 18, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2011 (veja abaixo texto na integra). Serão cinco datas de obrigatoriedade, sendo a primeira em Setembro/2012 e a ultima em dezembro/2013.

Entre em contato com GB para implementar seu projeto de CT-e:
Telefone: 11-5535-4857
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Veja mais detalhes em nosso site: http://www.gbnet.com.br/v2/new_cte.html

AJUSTE SINIEF 18, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2011.

· Publicado no DOU de 22.12.11

Altera o Ajuste SINIEF 09/07, que institui o Conhecimento de Transporte Eletrônico e o Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico.

                        O Conselho Nacional de Política Fazendária – CONFAZ, na sua 169ª reunião extraordinária, realizada em Brasília, DF, no dia 21 de dezembro de 2011, tendo em vista o disposto no art. 199 do Código Tributário Nacional (Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966), resolve celebrar o seguinte

A J U S T E

                        Cláusula primeira Os dispositivos a seguir indicados do Ajuste SINIEF 09/07, de 24 de outubro de 2007, passam a vigorar com as seguintes redações:

                        I – os §§ 3º e 4º da cláusula primeira

                        “§ 3º A obrigatoriedade da utilização do CT-e é fixada por este ajuste, nos termos do disposto na cláusula vigésima quarta, ficando dispensada a observância dos prazos nessa contidos na hipótese de contribuinte que possui inscrição em uma única unidade federada”.

                        § 4º Para fixação da obrigatoriedade de que trata o § 3º, as unidades federadas poderão utilizar critérios relacionados à receita de vendas e serviços dos contribuintes, atividade econômica ou natureza da operação por eles exercida.”;

                        II – a cláusula vigésima quarta:

“Cláusula vigésima quarta Os contribuintes do ICMS em substituição aos documentos citados na cláusula primeira deste ajuste ficam obrigados ao uso do CT-e, nos termos do § 3º, a partir das seguintes datas:

                        I – 1º de setembro de 2012, para os contribuintes do modal:

                        a) rodoviário relacionados no Anexo Único;

                        b) dutoviário;

                        c) aéreo;

                        II – 1º de dezembro de 2012, para os contribuintes do modal ferroviário;

                        III – 1º de março de 2013, para os contribuintes do modal aquaviário;

                        IV -1º de agosto de 2013, para os contribuintes do modal rodoviário, cadastrados com regime de apuração normal;

                        V – 1º de dezembro de 2013, para os contribuintes:

                        a) do modal rodoviário, optantes pelo regime do Simples Nacional;

                        b) cadastrados como operadores no sistema Multimodal de Cargas.”.

                        Parágrafo único. Ficam mantidas as obrigatoriedades estabelecidas pelas unidades federadas em datas anteriores a 31 de dezembro de 2011.”.

Cláusula segunda Ficam acrescidos os seguintes dispositivos ao Ajuste SINIEF 09/07:

                        I – os §§ 5º e 6º à cláusula primeira, com a seguinte redação:

§ 5º A obrigatoriedade de uso do CT-e aplica-se a todas as prestações efetuadas por todos os estabelecimentos dos contribuintes referidos na cláusula vigésima quarta, bem como os relacionados no Anexo Único deste ajuste, ficando vedada a emissão dos documentos referidos nos incisos do caput desta cláusula, no transporte de cargas.

§ 6º Nos casos em que a emissão do CT-e for obrigatória, o tomador do serviço deverá exigir sua emissão, vedada a aceitação de qualquer outro documento em sua substituição.”;

                        II – o Anexo Único, com a redação constante do Anexo Único deste ajuste.

Cláusula terceira Este ajuste entra em vigor na data da sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1º de janeiro de 2012.

Presidente do CONFAZ – Nelson Henrique Barbosa Filho p/ Guido Mantega; Acre – Mâncio Lima Cordeiro, Alagoas – Maurício Acioli Toledo, Amapá – Jucinete Carvalho de Alencar, Amazonas –Isper Abrahim Lima, Bahia – Carlos Martins Marques de Santana, Ceará – Carlos Mauro Benevides Filho, Distrito Federal – Marcelo Piancastelli de Siqueira, Espírito Santo – Maurício Cézar Duque, Goiás – Simão Cirineu Dias, Maranhão – Claudio José Trinchão Santos, Mato Grosso – Edmilson José dos Santos, Mato Grosso do Sul – Mário Sérgio Maciel Lorenzetto, Minas Gerais – Leonardo Maurício Colombini Lima, Pará – José Barroso Tostes Neto, Paraíba – Aracilba Alves da Rocha, Paraná – Luiz Carlos Hauly, Pernambuco – Paulo Henrique Saraiva Câmara, Piauí –Antônio Silvano Alencar de Almeida, Rio de Janeiro –Renato Augusto Zagallo Villela dos Santos, Rio Grande do Norte – José Airton da Silva, Rio Grande do Sul -  Odir Alberto Pinheiro Tonollier, Rondônia – Benedito Antônio Alves, Roraima –Luiz Renato Maciel de Melo, Santa Catarina – Nelson Antônio Serpa, São Paulo – Andrea Sandro Calabi, Sergipe – João Andrade Vieira da Silva, Tocantins – José Jamil Fernandes Martins.

Veja material completo em: https://www.fazenda.gov.br/confaz/confaz/ajustes/2011/AJ_018_11.htm

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Nota Fiscal Eletrônica – NFe

admin : outubro 26, 2011 1:23 pm : Códigos de Barras, Gerenciamento, Impressão, Impressão Fiscal, NF-e

Nota Fiscal Eletrônica, também conhecida com NF-E é um do governo para a emissão eletrônica de Notas Fiscais, o que não desobriga a empresa de emitir a Nota Fiscal no papel, através da Danfe.

A GB oferece um pacote completo de soluções de NF-e:

code128_140 codigo de barras para Danfe nfe  De uma simples fonte de código de barras para o formulário de DANFE;

 

 

danfe_gb_140 formulário pcl danfe nfe nota fiscal eletronica  Ou um formulário DANFE em PCL para empresas com problemas de desempenho de impressão das Notas fiscais eletrônicas ou que queiram melhorar a qualidade da impressão da sua NF-e:

 

 

solução completa de emissão e recepção de notas fiscais eletrônicas  Até uma solução completa de emissão e recepção de notas fiscais eletrônicas …

 

solução completa de emissão e recepção de notas fiscais eletrônicas saas  … que também pode ser no modelo SAAS (Software como Serviço), aonde a sua empresa pode pagar por Nota Fiscal emitida.

 

 

Tire suas dúvidas…

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